Archive for banda

VA - Life Beyond Mars - Bowie Covered (2008)

Posted in download, music with tags , , , , , , , on 12 August, 2008 by danilocorci

01 - Au Revoir Simone - Oh! You Pretty Things
02 - Heartbreak - Loving The Alien
03 - Kelley Polar - Magic Dance
04 - Leo Minor - Ashes To Ashes
05 - Carl Craig Presents Zoos of Berlin - Looking For Water
06 - Drew Brown - Sweet Thing
07 - Matthew Dear - Sound & Vision
08 - Susumu Yokota - Golden Years
09 - The Emperor Machine - Repetition
10 - Joakim & The Disco - A New Career In Town
11 - Richard Walters & Faultline - Be My Wife
12 - The Thing - Life On Mars

Bowie é O cara. Sempre me surpreendo com a capacidade que ele tem não só de reinventar, mas como também se reiventar pelos menos uns 3 ou 4 anos na frente do que, mais tarde, se tornará ‘tendência’ (provavelmente eu sou bobo e é ele quem cria essas tendências pois, obviamente, tem pacto com Satã). Pois coletâneas tributos são meio bizarras, às vezes com coisas sensacionais, outras servem apenas para irritar. Essa do Bowie tá num meio termo.

Ouça “Oh! You pretty things” com as pretty things do Au Revoir Simone

Depois, se curtir, vai lá no Lúcio Papeiro pra pegar o álbum todo.

Van She - V (2008)

Posted in download, music with tags , , , , , on 11 August, 2008 by danilocorci

01. Memory Man 03:33
02. Cat & The Eye 04:04
03. Changes 03:32
04. Strangers 03:37
05. It Could Be The Same 04:01
06. The Sea 05:20
07. Virgin Suicide 04:10
08. Temps Mort 01:18
09. Talkin’ 03:35
10. Kelly 04:56
11. So High 04:42
12. A Sharp Knife 04:18

O Van She é bem ‘fuleiro’, mas daquele tipo de banda que não incomoda. Vi o show deles ano passado e nem me lembro. De todo modo, o Anacusic colocou o disco novo deles pra download. Veja o que acha.

Forget Cassettes - Salt

Posted in download, music with tags , , , , , on 4 August, 2008 by danilocorci

Banda de Doni Schroader, baterista do …And You Will Know Us By The Trail Of Dead. Não conhecia e agora viciei. Esqueminha um pouco mais soft pra fãs de PJ Harvey, saca?

Ouça “Tabula Rasa”

Vai lá no www.myspace.com/forgetcassettes pra conhecer um pouco mais da banda.

E, claro, você pode ir até o Los Mundos de Fede para “testar” o disco Salt.

Muse em SP

Posted in music, resenha with tags , , on 4 August, 2008 by danilocorci

O trio inglês fez o seu segundo show no Brasil para aproximadamente 3500 pessoas. Público até pequeno, já que cabiam 5 mil fãs no HSBC Brasil. Mas era de se esperar, o grupo mal toca nas rádios brasileiras, as ditas “rock” colocam uma ou outra canção da banda em suas programações e é difícil falar que eles tenham um hit gigantesco, apesar de contar com várias canções maravilhosas extraídas de seus três últimos discos, os álbuns Black holes and revelations (2006), Absolution (2003) e Origin of simmetry (2001), quase todas cantadas em uníssono pelos fãs. Antes que alguém venha me pentelhar, eu sei que a banda tem mais um disco, Showbiz, lançado em 1999, mas o trabalho foi totalmente deixado de lado pelo grupo. A expectativa pelo show, tanto por parte do público, mas também pela imprensa era grande. Tão grande que dava um certo medo.

Ir a um show cheio de expectativas é um perigo, uma pequena bola fora da banda, produção, ou até mesmo do público, pode transformar o que seria um show sensacional em um desastre. Confesso que, por mais vontade que eu tinha em assistir a um show do Muse - o que já estava causando transtornos aqui em casa, já que nas últimas semanas eu quase só ouvia a banda no carro, no computador, no aparelho de som -, havia um grande receio de que o “show mais esperado do ano”, pelo menos até agora, virasse uma decepção e a apresentação de Jay Vaquer - que foi expulso do palco no Rio de Janeiro -, encarregado do show de abertura, só me assustou um pouco mais. Mas como Muse não é Vaquer - GRAÇAS A DEUS - a esperança por um bom show ainda dominava a minha mente. E sim, foi um bom show, antes que algum fã desavisado interprete erroneamente o que escrevi e o que vai aparecer nas linhas abaixo.

Fazia tempo que eu não via uma mistura de “tribos” tão grande como aconteceu no show dos ingleses. Desde cabeludos com camisetas do Iron, uma meia dúzia de moicanos, emos com suas franjas típicas, maurícios e patrícias (ainda existe isso?) e aquele povo indie que você, normalmente, encontra apenas nas baladinhas que sobem a Rua Augusta em São Paulo, e, claro, pessoas normais, antes que digam que estou rotulando os fãs do Muse. Todos unidos por uma única coisa: Muse, o que aumenta, ainda mais, a responsabilidade do trio vindo da cidade de Devon, afinal, não é qualquer banda que consegue juntar esse povo todo, normalmente avesso ao som que a outra tribo ouve. Junte-se a isso a leve megalomania dos arranjos, entre o pop, metal e progressivo, então, realmente teríamos a melhor apresentação do ano, certo? Quase isso, pequenos detalhes - pequenos mesmo -, principalmente quanto ao som do HSBC Brasil, baixo e embolado durante parte do show, e a guitarra de Matt Bellamy, alguns decibéis mais alta que a própria voz do vocalista, além de terem optado por encerrar a apresentação com “Take a bow” - sim, maravilhosa, mas, na humilde opinião de um fã, eu mesmo, fraca como música de encerramento -, tiraram um pouco do brilho do show.

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Monaural, um exercício de antropofagia

Posted in music, resenha with tags , , , on 31 July, 2008 by danilocorci

Monaural, ou Mono, é o sistema de gravação e reprodução do som em que não é possível perceber as diferentes posições das fontes sonoras, ou seja, todo o som é transmitido por meio de um único canal, também chamado de monofônico.

Em tempos de pós-utopia, usando o termo afrescalhado, o chamado filtro cultural parece se padronizar cada vez mais, criando assim referências únicas sendo replicadas a exaustão por diversas bandas ao redor do mundo, numa espécie de monaural musical. A questão é tão séria que o respeitado jornal britânico The Independent deu ao assunto a capa de seu caderno cultural algumas semanas atrás.

Indo um pouco além, nessa era de comunicação digital, cada vez mais o papel do “álbum”, com seu formato conhecido desde a década de 60, fica cada vez mais irrelevante. Com o cenário musical se dirigindo cada vez mais para o formato em looping do “one hit wonder” (usando a expressão aqui sem demérito algum). Porém, para isso acontecer, faltam os famosos “cojones” para alguma banda grande - o Radiohead quebrou o paradigma lançando seu álbum na internet, mas ninguém ainda desistiu do conceito ‘disco’ para investir em apenas singles e EPs, o que poderia dar às bandas uma flexibilidade de lançamento durante um ano todo, músicas novas sempre.

É importante pontuar tudo isso para falar do O power-trio paulistanos Monaural formado por Ayuso (guitarra), Gualter (baixo) & Herik (bateria), com já cinco anos de estrada, com uma demo e um EP na carreira. Como o próprio nome da banda já conta, o lance deles é fazer o filtro. E como se pede no mundo de hoje para uma banda ainda não muito conhecida, um single dá a agilidade que precisam. Agora resta saber se vão ter o outro elemento que falta nesta equação: o apoio hype.

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Super-indie, ativar

Posted in Isso aqui é qualquer coisa with tags , , on 12 June, 2008 by danilocorci

1) acesse http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random - o título da primeira página aleatória que aparecer será o nome da sua banda.

2) vá pra http://www.quotationspage.com/random.php3 - as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.

3) acesse http://www.flickr.com/explore/interesting/7days/ - a terceira foto, não importa qual seja, será a capa do seu disco.

Minha banda: As-Sajda
Nome do disco: At a friendly level
Capa embaixo.

Deve ser algo meio Arcade Fire com pitadas africanas, acho hehehe

Ira Trevisan deixará CSS

Posted in music with tags , on 2 April, 2008 by danilocorci

Deu no Rraul (não, não é o site do leão da Dorothy hehehehe)

Triste notícia para os fãs do CSS. A baixista e uma das criadoras da banda, Iracema Trevisan, deixará de participar da banda assim que a turnê australiana deles terminar no dia 06 de abril.

Segundo Adriano Cintra, baterista e produtor da banda, a saída de Ira é amigável e ocorreu porque ela quer se dedicar aos estudos. A futura ex-baixista é graduada em moda, já trabalhou com Alexandre Herchcovitch, e agora deseja começar sua pós-graduação.

A vaga da banda será preenchida pelo próprio Adriano, que já cuidava do instrumento nos shows em faixas mais trabalhosas como “Let’s Make Love and Listen Death From Above”.

No seu lugar, somente nas apresentações ao vivo, as baquetas ficarão a cargo do ex-baterista do Cooper Temple Clause, Jon Harper, que atualmente é roadie da banda e segundo Adriano, um ‘baterista muito melhor que ele’.

Pergunto: so what? A formação do CSS depende mesmo do Adriano e da Lovefoxx. Eles vão continuar arrebentando lá fora.

O presente de filhos e filhas

Posted in music, resenha with tags , , , , on 7 February, 2008 by danilocorci

O ano de 2008 começa a toda e a melhor notícia pop vem da Escócia (e não é a volta aos estúdios do Jesus and Mary Chain). This gift, segundo álbum dos Sons and Daughters, consegue o que parecia ser impossível: soar melhor que a brilhante estréia com The repulsion box, lançado em 2005 (que ganhou edição nacional pela Trama). O nível alcançado pelo quarteto (comandado pela voz forte e cativante de Adele Bethel) surge da exploração de extremos. This gift é mais visceral e, ao mesmo tempo, mais pop que The repulsion box. Da contradição surge um álbum poderoso.

A primeira grande mudança entre o primeiro e o segundo álbum surge no modus operandi do quarteto. No verão de 2006, Adele Bethel (vocais, guitarra e piano), David Gow (bateria e percussão), Ailidh Lennon (baixo e piano) e Scott Paterson (vocais e guitarra) se mudaram para a vila de Adfern, na costa oeste da Escócia, e se desligaram de tudo. Sem televisão, sem telefones, mas com filmes antigos e discos idem, o quarteto começou a trabalhar nas canções que iriam compor This gift. Após inúmeras audições de Smiths, a banda decidiu tomar um rumo diferente da estréia a partir do produtor: sai Victor Van Vugt (que havia produzido o álbum de estréia e trabalhado com PJ Harvey e Nick Cave) e entra Bernard Butler, ex-guitarrista do Suede.

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Uma das minhas músicas favoritas de 2007

Posted in Video, music with tags , , on 16 January, 2008 by danilocorci

Ganhou videoclipe. Terminal Guadalupe, De Turim a Acapulco.

Acha que estou mentindo? Então veja aqui ó!

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Now playing: John Coltrane - Everytime We Say Goodbye
via FoxyTunes

Vanguart + Som Livre

Posted in music with tags , , on 31 December, 2007 by danilocorci

“Materinha sobre os novos rumos da Som Livre, a gravadora das Organizações Globo. O que me inspirou a caçar esta pauta foram os elogios que vinha ouvindo de vários artistas nos últimos meses - indicando que o selo realmente estava mudando. Como bônus-track, uma entrevistinha com o Vanguart, confirmando que a banda está negociando com a gravadora. Publicado no Jornal do Brasil, 09/12/2007 (Som Livre) e 21/11/2007 (Vanguart). Âpideite: a tal noite dos indies patrocinada pela TIM na Fundição Progresso, anunciada para este mês, pelo jeito não vai rolar este ano…”

Matéria completa aqui