A música é “Souled out”.
A música é “Souled out”.
1. Star spangled banner
2. White light white heat
3. I’m waiting for my man
4. All tomorrow’s parties
5. Run run run
6. Guess i’m falling in love
7. Venus in furs
8. Black angels death song
9. I can’t stand it
10. Sheltered life
11. Vernissage
12. Real good time together
13. Chelsea girl
14. Pale blue eyes
15. I’ll be your mirror
16. Hidden track (The End, do Doors, pela Nico)
Acho que as músicas dizem tudo por si só.
Vai aqui que tem.
dica da Poplist

1. Fireheads 3:44
2. Me And Armini 4:17
3. Birds 6:23
4. Heard It All Before 4:13
5. Ha Ha 3:15
6. Big Jumps 3:01
7. Jungle Drum 2:13
8. Hold Heart 2:04
9. Gun 5:45
10. Beggar’s Prayer 2:55
11. Dead Duck 5:36
12. Bleeder 4:50
Dona Emiliana é uma das minhas favoritas da fofinha music. Tem voz bonitinha, suas músicas são daquelas que se qualquer homem admitir que ouve vão chamá-lo de viadinho. Seu último disco, Fisherman’s woman é sensacional, ainda que todo mundo insista em lembrar da Björk sempre - e a Björk já deu no saco, deveriam mandá-la pra Marte pra procurar onde está a água. Enfim, depois de 3 anos, vem o novo e terceiro disco dela. E daí? E daí que ela consegue fazer um disco tão bom quanto seu antecessor.
Ouça “Me and Armini”
Aqui tem uma resenha de Fisherman’s woman
Mais sobre a moça, então www.myspace.com/emilianatorrini ou www.emilianatorrini.com
E, claro, você pode até tentar ouvir o disco inteiro lá no Anacusic.

Xu Xu Fang “Fascination Street”
Bat For Lashes “A Forest”
Hecuba “Killing An Arab”
Astrid Quay “The Caterpillar”
Indian Jewelry “The Walk”
Rainbow Arabia “Six Different Ways”
We Are The World “Why Can’t I Be You?”
Black Black “In Between Days”
Rio En Medio “Pictures Of You”
Gangi “Fire In Cairo”
Joker’s Daughter “Kyoto Song”
Aquaserge “10:15 Saturday Night”
The Muslims “Grinding Halt”
Voyager One “M”
Ex Reverie “The Hanging Garden”
Caroline Weeks “The Drowning Man”
Devastations “All Cats Are Gray”
The Dandy Warhols “Primary”
Veil Veil Vanish “The Upstairs Room”
Wolkfin “Charlotte Sometimes”
Army Navy “Jumping Someone Else’s Train”
Ich Bin Aiko “A Strange Day”
Lemon Sun “The Exploding Boy”
Corridor “The Kiss”
Katrine Ottosen “The Love Cats”
Silver Summit “A Night Like This”
Mariee Sioux “Love Song”
Kaki King “Close To Me”
Buddy “Sugar Girl”
Les Bicyclettes Blanches “Hot Hot Hot”
Tara Busch “Let’s Go To Bed”
Jesu “The Funeral Party”
Sarabeth Tucek “Three Imaginary Boys”
Lewis & Clarke “Disintegration”
O disco sai no final de outubro e parece bem bom. Ouça a versão do Bat For Lashes para “A forest”

1. Promise
2. Restless Sinner
3. Complicated Situation
4. US Government
5. Shuffle Your Feet
6. Shuffle Your Feet (ONE MORE TIME! with the crowd clapping along as Rob was joking about that idea! lovely)
7. Love Burns
8. Lonesome Death
9. Fault Line
10. Mercy
11. Ain’t No Easy Way
12. Devil’s Waitin’
13. Feel It Now
O BRMC é uma das minhas bandas favoritas ever. Principalmente porque na era ‘roquinho indie’, eles lá atrás já faziam o bom e velho roquenrou e não embarcaram na brechó music. Enfim, isso pouco importa porque esse disco acústico feito pra KEXP, uma rádio estadunidense, é sensacional. Mais do que ficar de blatz blatz aqui, aproveita pra:
Ouvir “Ain’t no easy way out”
Ou ir até o ANACUSIC para ouvir todo o disco.
Banda de Doni Schroader, baterista do …And You Will Know Us By The Trail Of Dead. Não conhecia e agora viciei. Esqueminha um pouco mais soft pra fãs de PJ Harvey, saca?
Ouça “Tabula Rasa”
Vai lá no www.myspace.com/forgetcassettes pra conhecer um pouco mais da banda.
E, claro, você pode ir até o Los Mundos de Fede para “testar” o disco Salt.

O trio inglês fez o seu segundo show no Brasil para aproximadamente 3500 pessoas. Público até pequeno, já que cabiam 5 mil fãs no HSBC Brasil. Mas era de se esperar, o grupo mal toca nas rádios brasileiras, as ditas “rock” colocam uma ou outra canção da banda em suas programações e é difícil falar que eles tenham um hit gigantesco, apesar de contar com várias canções maravilhosas extraídas de seus três últimos discos, os álbuns Black holes and revelations (2006), Absolution (2003) e Origin of simmetry (2001), quase todas cantadas em uníssono pelos fãs. Antes que alguém venha me pentelhar, eu sei que a banda tem mais um disco, Showbiz, lançado em 1999, mas o trabalho foi totalmente deixado de lado pelo grupo. A expectativa pelo show, tanto por parte do público, mas também pela imprensa era grande. Tão grande que dava um certo medo.
Ir a um show cheio de expectativas é um perigo, uma pequena bola fora da banda, produção, ou até mesmo do público, pode transformar o que seria um show sensacional em um desastre. Confesso que, por mais vontade que eu tinha em assistir a um show do Muse - o que já estava causando transtornos aqui em casa, já que nas últimas semanas eu quase só ouvia a banda no carro, no computador, no aparelho de som -, havia um grande receio de que o “show mais esperado do ano”, pelo menos até agora, virasse uma decepção e a apresentação de Jay Vaquer - que foi expulso do palco no Rio de Janeiro -, encarregado do show de abertura, só me assustou um pouco mais. Mas como Muse não é Vaquer - GRAÇAS A DEUS - a esperança por um bom show ainda dominava a minha mente. E sim, foi um bom show, antes que algum fã desavisado interprete erroneamente o que escrevi e o que vai aparecer nas linhas abaixo.
Fazia tempo que eu não via uma mistura de “tribos” tão grande como aconteceu no show dos ingleses. Desde cabeludos com camisetas do Iron, uma meia dúzia de moicanos, emos com suas franjas típicas, maurícios e patrícias (ainda existe isso?) e aquele povo indie que você, normalmente, encontra apenas nas baladinhas que sobem a Rua Augusta em São Paulo, e, claro, pessoas normais, antes que digam que estou rotulando os fãs do Muse. Todos unidos por uma única coisa: Muse, o que aumenta, ainda mais, a responsabilidade do trio vindo da cidade de Devon, afinal, não é qualquer banda que consegue juntar esse povo todo, normalmente avesso ao som que a outra tribo ouve. Junte-se a isso a leve megalomania dos arranjos, entre o pop, metal e progressivo, então, realmente teríamos a melhor apresentação do ano, certo? Quase isso, pequenos detalhes - pequenos mesmo -, principalmente quanto ao som do HSBC Brasil, baixo e embolado durante parte do show, e a guitarra de Matt Bellamy, alguns decibéis mais alta que a própria voz do vocalista, além de terem optado por encerrar a apresentação com “Take a bow” - sim, maravilhosa, mas, na humilde opinião de um fã, eu mesmo, fraca como música de encerramento -, tiraram um pouco do brilho do show.
Monaural, ou Mono, é o sistema de gravação e reprodução do som em que não é possível perceber as diferentes posições das fontes sonoras, ou seja, todo o som é transmitido por meio de um único canal, também chamado de monofônico.
Em tempos de pós-utopia, usando o termo afrescalhado, o chamado filtro cultural parece se padronizar cada vez mais, criando assim referências únicas sendo replicadas a exaustão por diversas bandas ao redor do mundo, numa espécie de monaural musical. A questão é tão séria que o respeitado jornal britânico The Independent deu ao assunto a capa de seu caderno cultural algumas semanas atrás.
Indo um pouco além, nessa era de comunicação digital, cada vez mais o papel do “álbum”, com seu formato conhecido desde a década de 60, fica cada vez mais irrelevante. Com o cenário musical se dirigindo cada vez mais para o formato em looping do “one hit wonder” (usando a expressão aqui sem demérito algum). Porém, para isso acontecer, faltam os famosos “cojones” para alguma banda grande - o Radiohead quebrou o paradigma lançando seu álbum na internet, mas ninguém ainda desistiu do conceito ‘disco’ para investir em apenas singles e EPs, o que poderia dar às bandas uma flexibilidade de lançamento durante um ano todo, músicas novas sempre.
É importante pontuar tudo isso para falar do O power-trio paulistanos Monaural formado por Ayuso (guitarra), Gualter (baixo) & Herik (bateria), com já cinco anos de estrada, com uma demo e um EP na carreira. Como o próprio nome da banda já conta, o lance deles é fazer o filtro. E como se pede no mundo de hoje para uma banda ainda não muito conhecida, um single dá a agilidade que precisam. Agora resta saber se vão ter o outro elemento que falta nesta equação: o apoio hype.